terça-feira, 29 de maio de 2012

O cangaço a A morte de Lampião e seu bando


O cangaço foi um sistema de luta de classes que ocorreu no nordeste brasileiro, entre meados do século XIX e início do século XX. O termo “cangaceiro”, em suas origens, faz referência a “canga”, peça de madeira usada em animais de transporte. Assim, a palavra cangaceiro, faz uma alusão aos utensílios que eles carregavam no corpo.
O movimento se originou devido aos latifúndios, que concentravam terra e renda nas mãos dos grandes fazendeiros, excluindo da sociedade a maior parte da população, o poder ilimitado dos coronéis, a pobreza, a fome e as secas, sem a proteção política.
Tinha como integrantes sertanejos ,jagunços, capangas e empregados de latifundiários.
 Eles tinham uma vida nômade: viviam perambulando pelo sertão, praticando crimes, fugindo e se escondendo das volantes. Nos combates contra as volantes, sempre levavam vantagem, pois tinham grande conhecimento do território nordestino. Conheciam as rotas de fuga, locais onde poderiam encontrar alimento, fontes de água e plantas medicinais; conheciam também os lugares de difícil acesso que serviam como excelentes esconderijos.
Suas vestes incluiam, roupas e chapeus de couro que os protegiam dos galhos secos da caatinga, cintas de couro para carregar os cantis, cartucheiras, perneiras, luvas, bornais, fuzis mauser, pistolas, anéis e calçavam alpercatas.                                 
Os cangaceiros, ao chegarem nas cidades, pediam moradia e alimentação aos moradores locais; aqueles que se opunham, restava violência, mas os moradores que ajudavam eram recompensados, porém os cangaceiros apesar de serem considerados bandidos por algumas pessoas, tinham o respeito de muitos, já que eles trabalhavam no sentido de tirar dinheiro dos ricos fazendeiros e dividir com as pessoas pobres. Quando eram mal recebidos nas cidades matavam pessoas, arrancavam seus olhos, estupravam mulheres e as marcavam no rosto com ferro quente, mas quando eram bem recebidos faziam bailes com muita comida e musica.
Virgulino Ferreira da Silva, mais conhecido como Lampião foi o líder mais famoso do cangaço, nasceu em 7 de julho de 1897, em Pernambuco na fazenda de seus pais em Vila Bela, atual serra talhada. Existem duas versões para seu apelido. Dizem que ele manejava o rifle com tanta rapidez e destreza que os tiros sucessivos iluminavam a noite; outros garantem que ele iluminou um ambiente com tiros para que um companheiro achasse um cigarro perdido no escuro.
Em 1929, conheceu Maria Déa (Maria Gomes de Oliveira) a Maria Bonita, a linda mulher de um sapateiro que tinha 19 anos e se disse apaixonada por ele há muito tempo e pediu para acompanha-lo. Lampião concordou e ela partiu com ele abandonando seu marido. Lampião chegou a ter uma filha com Maria Bonita, que se chamou expedita, a qual ao nascer foi entregue a um fazendeiro pra que fosse criada em segurança longe dos perigos da vida de um cangaceiro.
O governo baiano ofereceu 50 contos de réis pela captura de Lampião em 1930. Era dinheiro suficiente para comprar seis carros de luxo.                              
Lampião morreu no dia 28 de Julho de 1938, na Fazenda Angico em Sergipe, esconderijo considerado por ele um dos mais seguros, foi surpreendido por uma emboscada armada com cerca de quarenta e oito policiais de Alagoas, comandada pelo Tenente João Bezerra e pelo Sargento Aniceto Rodrigues da Silva. O ataque durou cerca de vinte minutos, e onze cangaceiros foram mortos, dentre eles Lampião e Maria Bonita. Todos os onze cangaceiros foram degolados, e suas cabeças foram expostas nas escadarias da igreja de Santana do Ipanema, e ainda percorreram nas mãos do Tenente João Bezerra alguns estados nordestinos com o objetivo de servir como castigo exemplar e desestimular a prática do cangaço. Lampião mesmo depois de morto sofreu uma coronhada na cabeça por um policial, o que deformou seu rosto, Maria Bonita embora muito ferida, ainda estava viva ao ser degolada, assim como seus colegas cangaceiros Quinta-feira e Mergulhão.
O movimento do cangaço terminou em 1940, com a morte de Cristino Gomes da Silva Cleto, conhecido também como Corisco ou “Diabo Loiro”. Corisco foi o último integrante do grupo de Lampião a morrer. Outro fator que influenciou o fim do cangaço foi o crescimento econômico brasileiro: a industrialização e a expansão do setor de serviços nos centros urbanos do Centro-Sul, o novo ciclo de extração da borracha na Amazônia, a abertura de novas frentes agrícolas no Sul e no Centro-Oeste, criou uma alternativa de vida para os moradores do sertão, agora eles poderiam migrar pra outros estados em busca de melhores condições de vida.
Durante muito tempo, as famílias de Lampião, Corisco e Maria Bonita lutaram para dar um enterro digno a seus parentes. O economista Silvio Bulhões, filho de Corisco e Dadá, em especial,  empreendeu muitos esforços para dar um sepultamento aos restos mortais dos cangaceiros e parar, de vez por todas, a macabra exibição pública.  Segundo o depoimento do economista, dez dias após o enterro de seu pai, a sepultura foi violada, o corpo foi exumado, e sua cabeça e braço esquerdo foram cortados e colocados em exposição no Museu Nina Rodrigues.
O enterro dos restos mortais dos cangaceiros só ocorreu depois do Projeto de Lei nº 2.867, de 24 de maio de 1965. Tal projeto teve origem nos meios universitários de Brasília (em particular, nas conferências do poeta Euclides Formiga), e as pressões do povo brasileiro e do Clero o reforçaram. As cabeças de Lampião e Maria Bonita foram sepultadas no dia 6 de fevereiro de 1969. Os demais integrantes do bando tiveram seu enterro uma semana depois.




Componentes : Ariadne Santana,Renata Aguiar,Rodrigo Viana,Lucas Rafael,Enoque Júnior.
Professor : Murilo Sales


segunda-feira, 28 de maio de 2012



Desenvolvimento Sustentável
e
Relação com o Projeto de Irrigação


Desenvolvimento sustentável é um conceito sistémico que se traduz num modelo de desenvolvimento global que incorpora os aspectos de desenvolvimento ambiental.

O desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades, significa possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social e económico e de realização humana e cultural, fazendo, ao mesmo tempo, um uso razoável dos recursos da terra e preservando as espécies e os habitats naturais.

A preocupação para que ocorresse o desenvolvimento sustentável fez a hidrelétrica de Xingó fazer uma simulação para prever eventuais casos de impactos ambientais podendo assim proteger os peixes da redondezae a população ribeirinha que foi retirada do local com antecedência caso houvesse alguma complicação.

q  A Usina Hidrelétrica de Xingó, é sustentável, isso porque, todo o recurso natural destruído por ela foi aproveitado tanto para a produção de energia, quanto para uma segurança maior.

q  Além disso, a Chesf, tem diversos programas de sustentabilidade como:

q  Monitoramento de Ecossistemas aquáticos, e Monitoramento da Fauna e da Flora, que asseguram ecossistemas aquáticos e recuperam e conservam o ecossistema terrestre, envolvendo as áreas de: Recuperação de Área Degradadas, Recuperação e conservação de Matas Ciliares, etc.

q  Na usina a água que é utilizadana produção da energia volta para o rio com um sistema de resfriamento para não afetar os peixes que irão receber a água em temperatura elevada.

q  Uma barragem de grade é colocada para impedir que os peixes passem para as turbinasque produzem a energia.


Irrigação é uma técnica utilizada na agricultura que tem por objetivo o fornecimento controlado de água para as plantas em quantidade suficiente e no momento certo, assegurando a produtividade e a sobrevivência da plantação.

O uso da água acumulada nos reservatórios das usinas hidrelétricas para irrigar lavouras, defendido por Nelson Padovani (PSC--PR), junto ao secretário Nacional de Irrigação, Ramon Rodrigues. A medida, segundo ele, pode reduzir os impactos da seca sobre a produção agrícola nacional e favorecer o surgimento de novos celeiros agrícolas em todo o País, principalmente na região Sul, onde há grande número de lagos artificiais e onde a seca tem prejudicado fortemente a agricultura.

Componentes: Mariana Rabelo; Marina Pedral; Jéssica Albuquerque

Radiação Solar e Aquecimento Global



Radiação Solar e Aquecimento Global
     Radiação solar é a designação dada à energia radiante emitida pelo Sol, em particular aquela que é transmitida sob a forma de radiação electromagnética. Cerca de metade desta energia é emitida como luz visível na parte de frequência mais alta do espectro electromagnético e o restante na do infravermelho próximo e como radiação ultravioleta. A radiação solar fornece energia, a qual, para além de suportar a vasta maioria das cadeias tróficas, sendo assim o verdadeiro sustentáculo da vida na Terra, é a principal responsável pela dinâmica da atmosfera terrestre e pelas características climáticas do planeta.
Muitos anos de exposição aos raios solares envelhecem a pele. Embora a pele dos indivíduos ruivos seja muito mais vulnerável, se verificar uma exposição suficiente a pele de qualquer indivíduo modifica-se.

     O aquecimento global é uma consequência das alterações climáticas ocorridas no planeta. Diversas pesquisas confirmam o aumento da temperatura média global. Modifica todo clima de uma região e afetar profundamente a biodiversidade, desencadeando vários desastres ambientais.  As principais atribuições para o aquecimento global são relacionadas às atividades humanas, que intensificam o efeito de estufa através do aumento na queima de gases de combustíveis fósseis, como petróleo, carvão mineral e gás natural. A queima dessas substâncias produz gases como o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4) e óxido nitroso (N2O), que retêm o calor proveniente das radiações solares.

     As usinas hidrelétricas são uma importante fonte de energia no mundo atual, as usinas hidrelétricas produziram 19% da eletricidade consumida no mundo todo. A energia produzida pelas usinas hidrelétricas também é o equivalente a cerca de 5 bilhões de barris de petróleo.
Esse tipo de geração de energia produz diversos impactos ambientais, esses impactos ocorrem principalmente durante a construção dessas usinas, quando afetam a fauna e a flora local. O represamento da água contribui para esta destruição, fazendo com que diversas espécies fiquem submersas e morram, aqueles animais que conseguem fugir acabam saindo de seu habitat natural precisando se adaptar em novos lugares.


     Na área que recebe o grande lago que serve de reservatório da hidrelétrica, a natureza se transforma: o clima muda, espécies de peixes desaparecem, animais fogem para refúgios secos, árvores viram madeira podre debaixo da inundação. E isso fora o impacto social: milhares de pessoas deixam suas casas e têm de recomeçar sua vida do zero num outro lugar.
     
     As usinas ela colaboram nesse aumento pois as florestas que foram inundadas ali, produzem metano em grande quantidade que acaba agravando ainda mais esse problema mundial, apesar da Chesf reutilizar a água devolvendo ao seu percurso normal, acabou mudando o habitat dos animais e dos moradores daquela região, contribui para o financeiro da região mas acabou prejudicando o natural.  




                                       Grupo: Jéssica Vieira,  Vitor André Samir Rodrigo  2ºB

PERFIL SOCIO-ECONÔMICO (CANINDÉ DE SÃO FRANCISCO)

HISTÓRIA
            Canindé integrava as sesmarias de 30 léguas doadas pelo governador de Pernambuco D. João de Souza a família do desembargador baiano Cristóvão Burgos e Contreiras. Posteriormente as terras fizeram parte do morgado de Porto da Folha.

            A sede municipal começou a ganhar vida no final do século XIX quando Coronel Chico Porfírio comprou as terras e construiu sua casa próxima ao rio São Francisco onde fundou um curtume que atraiu diversas pessoas para o local. Em 1936, quando tinha 120 casas, o lugarejo passou a ser um distrito pertencente a Porto da Folha, já em 1938 ganhou a condição de Vila e no dia 25 de novembro de 1953 a Lei nº 525-A garantia a emancipação política de Canindé do São Francisco.

            Os trinta anos seguintes passaram sem maiores mudanças, a cidade pouco cresceu e o seu povo sempre levando uma vida pacata marcada pelas pescarias e pelas farras acompanhadas de um bom banho nas águas do rio São Francisco. Era um povo simples, mas feliz, onde a amizade e a solidariedade faziam com que todos os moradores vivessem como irmãos. Porém, essa tranquilidade que parecia eterna teve dia e hora para acabar. Em meados da década de 80, com o início das obras da Usina Hidrelétrica de Xingó, a cidade de Canindé do São Francisco teve que ser transferida para um local mais alto e um pouco afastada do rio São Francisco, já que no local onde a cidade estava instalada foi considerado área de risco. Outro motivo para a mudança da sede municipal de Canindé do São Francisco foi a falta de espaço para a expansão já que estava localizada em um estreito vale, espremida entre o rio e um conjunto de altos morros.
            A nova cidade, maior e mais moderna, foi inaugurada pelo então Presidente da República José Sarney no dia 06 de março de 1987. Desde então impulsionada pela Usina de Xingó, Canindé não parou mais de crescer, confirmando a previsão de expansão citada anteriormente. Com o progresso chegou também violência, uma página negra da história do município, marcada por diversos crimes políticos provocados principalmente pela disputa de uma receita de mais de 2 milhões de reais mensais, a segunda maior do estado deste que a hidrelétrica entrou em operação. A antiga Canindé foi totalmente demolida, passando a existir apenas em antigas fotografias e nas lembranças dos seus velhos moradores que ainda hoje choram a saudade de uma vida simples porém gostosa que ficou enterrada junto aos entulhos da cidadezinha destruída.


POPULAÇÃO 
            O município possui uma população de 17.749 habitantes, sendo que 9.301 vivem na zona urbana e 8.448 na zona rural (senso 2000) e pertence à microrregião do Sertão Sergipano do São Francisco, apresentando um clima semiárido, incluído na área denominada de polígono das secas, considerada uma das regiões mais problemática do Brasil. São comuns no município de Canindé do São Francisco assim como em todo o sertão nordestino, longos períodos de estiagem o que causa um enorme prejuízo para os agricultores das áreas não irrigadas já que grande parte da população canindeense vive da agricultura e nos períodos de seca perdem suas plantações e em muitos casos seus animais.

FONTES DE RENDA
            Principal fonte de renda da população canindeense é a agricultura, atividade que enfrenta muitas dificuldades para ser praticada, pois o clima não é favorável, o que explica o grande sofrimento da população nos períodos de seca quando faltam água e comida para os animais e em muitos casos também para as pessoas. São comuns os anos em que os agricultores plantam e não colhem por falta de chuvas, o que deixa a população a mercê de medidas paliativas dos governos como cestas de alimento, frentes de serviços e caminhões-pipa com água, já que na maioria das propriedades rurais não existe água encanada.               As principais receitas municipais provêem da agricultura (milho, tomate, feijão e algodão), pecuária (bovinos, caprinos e ovinos), avicultura (galináceos) e da atividade turística na região da Hidrelétrica de Xingó. 


BENEFÍCIOS E NÃO BENEFÍCIOS 
            É ainda no rio São Francisco que está instalada Usina Hidroelétrica de Xingó, responsável pela maior parte da arrecadação municipal, fazendo de Canindé um dos municípios mais ricos do estado, além de ter transformado a região em um dos mais importantes polos turísticos do estado de Sergipe. No entanto, esta riqueza é mal distribuída, fazendo com que boa parte da população seja bastante pobre.
            A hidroelétrica de Xingó não trouxe apenas vantagem, causou também um forte impacto ambiental já que várias espécies animais e vegetais perderam o seu habitat natural, principalmente nos vários quilômetros de terra que ficaram submersos no lago da usina. Quem também sofreu as conseqüências negativas foi à população da antiga Canindé que viu o seu lugar ser demolido pelos tratores da Construtora Xingó. 

COMPONENTES: BRENDA NAYARA, INGRID LIMA, JOAQUIM FIDEL, YANCA SOARES.
                                
PROFESSORA: PATRÍCIA OLIVEIRA.



USINA HIDROELÉTRICA DE XINGÓ

sábado, 26 de maio de 2012

Impactos socioambientais da Usina


A Usina De Xingó, de maneira geral, foi um avanço para o estado de Sergipe e é bastante admirada, principalmente, por sua extensão ( é a 4º maior do Brasil). Mas nem sempre tudo tem somente o lado bom da história, surgindo assim a contradição do que é benéfico e maléfico. A seguir, alguns pontos positivos e negativos observados pelo grupo.
Pontos Positivos
·         Após a construção da Hidrelétrica, surgiram novas oportunidades de emprego;
·         A cidade de Canindé atraiu muito mais turista, desenvolvendo a economia local e movimentando o ramo cultural;
·         Graças ao turismo intensivo, a cidade adquiriu uma melhor infra-estrutura;
·         Mostrou ao país, a força do povo nordestino e da capacitação dos técnicos;
·         De uma maneira ou outra, houve preocupação com a população sendo Canindé estudada e alvo de simulações técnicas.
Pontos negativos
·         Mudança do habitat animal (Muitos ou morreram por causa dessa mudança ou sofreram uma certa extinção da espécie , pois seu meio de reprodução foi alterado);
·         Com a construção da barragem, a água tornou-se altamente poluída prejudicando a respiração dos animais aquáticos e, inclusive, a saúde humana;
·         Como toda Hidrelétrica necessita de um reservatório, foram destruídas árvores e a flora local, fazendo com que o terreno inunde com mais facilidade. Onde era flora, agora é lago e isso influencia fortemente no clima, pois a temperatura aumenta e o ciclo de chuvas é alterado. Além dessas conseqüências, os proprietários de terras têm bastantes prejuízos, pois o solo perde a sua fertilidade;
·         Ocorreu o desaparecimento de alguns trechos do rio, por onde passava antes do seu desvio, diminuindo o seu nível;
·         A cultura também é afetada, pois com a inundação local, a população ribeirinha é removida (podem estar em área de risco) da sua origem, deixando assim toda uma história e momentos vividos para trás.

       Enfim, toda obra de grande porte envolve uma ampla variedade de empresas técnicas especializadas e principalmente, a sociedade que de maneira geral sofre com a escassez dos recursos naturais influenciando o meio onde vive. Na nossa visita a Canindé do São Francisco o que percebemos é que a comunidade ribeirinha vive em função da Usina e mesmo com todo esse contraste benefícios-malefícios, as paisagens naturais e exuberantes atraem milhões de turistas, inclusive os estrangeiros.


                          Usina Hidrelétrica de Xingó    Foto: Brenda Caroline 
     
Grupo: Bianca Santos
Brenda Caroline
Larissa Lima 

Conservação x Preservação




    A hidrelétrica utiliza esses dois conceitos, conservação e preservação. Na hidrelétrica esses dois conceitos andam juntos, pois a água extraída para a geração de energia é devolvida para o curso do rio e assim sucessivamente. A criação da hidrelétrica trouxe benefícios e prejuízos ao local onde foi construída. Com essa nova fonte de energia, ocorreram mudanças não só ao meio ambiente, mas como também na população ribeirinha na qual saiu mais prejudicada. Algumas pessoas tiveram que sair do local de onde viviam, necessitaram mudar seus costumes, como o trabalho que era baseado na pesca, tendo como base a economia de cada família. Após essa mudança a vida da região, onde a hidrelétrica foi criada mudou completamente.




Componentes: Ana Carolina, Michely Tubias e Nathalia Lima.
                                                                                      
                                                                                                                          
                                                                                                                         

Bem-Vindos !


A partir de hoje, o blog Xingó está no ar visando a postagem das principais experiências vividas por nós em Canindé do São Francisco-SE e na cidade Piranhas-AL sem deixar de relacionar com as matérias escolares, sendo as principais: Geografia, História e Biologia. Espero que apreciem as ricas paisagens naturais de Canindé e conheçam um pouco mais do seus aspectos históricos e geográficos.


Turmas dos Segundos Anos do Colégio Bom Pastor na Usina Hidrelétrica de Xingó